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Devocional do Dia

Consumado Está

"Jesus deu um forte grito e expirou. E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo."

Marcos 15:37-38

A cena da cruz chega ao seu momento mais profundo. Desde o meio-dia até as três horas da tarde, uma escuridão cobriu toda a terra. Não era apenas um fenômeno natural; aquele momento revelava a seriedade do que estava acontecendo. Jesus estava carregando sobre Si o peso do pecado da humanidade. Em meio ao sofrimento, Ele clamou: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" Esse clamor expressava a profunda agonia daquele momento, quando Jesus experimentava a separação causada pelo pecado que Ele havia tomado sobre Si. Mesmo em Sua dor, Jesus permaneceu cumprindo a missão recebida do Pai. Então, dando um grande grito, entregou Seu espírito. A morte de Jesus não foi uma derrota. Foi o cumprimento do plano de redenção. Imediatamente, algo extraordinário aconteceu: O véu do templo rasgou-se de alto a baixo. Esse véu separava o Santo dos Santos, representando a distância entre Deus e a humanidade por causa do pecado. Ao ser rasgado, Deus estava revelando que, através de Cristo, um novo caminho de acesso à Sua presença havia sido aberto. A cruz trouxe reconciliação. O centurião que estava diante de Jesus, ao ver como Ele morreu, declarou: "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus!" Aquele que parecia derrotado revelou Sua verdadeira identidade. Depois, José de Arimateia, membro respeitado do conselho, teve coragem de pedir o corpo de Jesus a Pilatos. Ele colocou o corpo em um sepulcro, preparando o cenário para o maior acontecimento da história: a ressurreição. O silêncio daquele sábado não era o fim. Deus ainda estava agindo. APLICAÇÃO A morte de Jesus nos lembra que o amor de Deus tem um preço, e Cristo pagou esse preço completamente. Quando Ele disse "está consumado", declarou que a obra da salvação estava concluída. Nada precisava ser acrescentado ao sacrifício perfeito de Cristo. O véu rasgado nos ensina que agora podemos nos aproximar de Deus com confiança. Não precisamos viver presos à culpa, ao medo ou à condenação. A cruz abriu um novo caminho de relacionamento com o Pai. Mesmo quando parece que tudo está em silêncio, Deus continua trabalhando. O sábado entre a cruz e a ressurreição nos ensina a confiar nos processos de Deus. DESAFIO DIÁRIO Reflita sobre estas perguntas: • Tenho vivido com a liberdade que Cristo conquistou na cruz? • Ainda carrego culpas que Jesus já levou sobre Si? • Tenho buscado diariamente a presença de Deus, sabendo que o caminho foi aberto por Cristo? Hoje, agradeça ao Senhor pelo sacrifício de Jesus e aproxime-se dEle com um coração cheio de gratidão. CONCLUSÃO A cruz não representou o fim de Jesus; representou o cumprimento da missão. O véu rasgado anunciou que o caminho para Deus estava aberto. O sepulcro guardaria temporariamente o corpo do Salvador, mas não poderia impedir o poder da vida que estava por vir. Quando tudo parecia terminado, Deus ainda estava escrevendo a maior história de esperança.

Oração

Senhor Jesus, obrigado porque na cruz o Senhor completou a obra da salvação. Ajuda-me a viver na liberdade do Teu perdão e a valorizar o acesso que tenho à presença de Deus. Que minha vida seja uma resposta de gratidão pelo Teu amor. Em nome de Jesus. Amém.

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